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ARAUTOS DO EVANGELHO

ARAUTOS DO EVANGELHO
ESPIRITUALIDADE: Devoção a Eucaristia; Devoção a Nossa Senhora; Devoção ao Papa
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Em Recife, consagração e primeira Eucaristia

Também em Recife foram realizadas consagrações a Nossa Senhora de 34 novos aspirantes a cooperadores, além da primeira comunhão de alguns jovens. Veja informações mais detalhadas clicando aqui em Arautos de Recife.


sábado, 5 de dezembro de 2009

Fundador dos Arautos é recebido pelo Papa Bento XVI

Por ocasião da defesa de tese de doutoramento em Direito Canônico, na Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (Angelicum), em Roma, o fundador dos Arautos do Evangelho, Mons. João Scognamiglio Clá Dias, E.P., foi recebido em audiência pelo Papa Bento XVI, no dia 26, por cortesia de Dom Benedito Beni dos Santos, Bispo Diocesano de Lorena (SP) e Supervisor Geral de Formação dos Arautos do Evangelho.
Como penhor de seu devotamento à Igreja e à pessoa do Santo Padre, Mons. João Clá ofereceu-lhe um belíssimo terço feito de contas de rubi, confeccionado pelo setor artístico dos Arautos do Evangelho. Ao receber os cumprimentos de Mons. João Clá, o Papa fez menção, com sumo agrado, à característica cruz dos Arautos, que o primeiro ostentava ao peito, sobre a batina.
O fundador dos Arautos do Evangelho fez a sua defesa de tese de doutoramento de Direito Canônico, no Angelicum. A banca julgadora foi constituída pelo Revmo. Pe. Bruno Esposito, O.P. (Decano da Faculdade de Direito Canónico e orientador da tese), pelo Revmo. Pe. Jan Sliwa, O.P. (Vice-Decano da Faculdade de Direito Canónico), e pelo Revmo. Pe. Marcelo Santos das Neves, O.P. (Professor da Faculdade de Direito Canónico e Censor da Tese).
A tese, intitulada “A génese e o desenvolvimento do Movimento dos Arautos do Evangelho e seu reconhecimento canónico” tem como finalidade “avaliar qual a figura jurídica que mais convém ao movimento dos Arautos”. Composta de três capítulos, no primeiro são analisadas as várias figuras associativas existentes na actual legislação canónica. No segundo capítulo, é descrito o percurso vocacional do fundador, assim como a evolução jurídica do movimento, desde a sua gênese até o presente.
O importante papel desempenhado pelo Prof. Plínio Corrêa de Oliveira na formação religiosa, filosófica e cultural de Mons. João Clá, também é descrito com precisão e rigor, ficando assim patente como o pensamento e a personalidade dessa destacada figura do laicato católico do século XX influenciou o carisma dos Arautos do Evangelho. No terceiro capítulo são descritos os elementos essenciais do carisma e espiritualidade do Movimento, a qual se pode resumir numa ardorosa devoção à Sagrada Eucaristia, a Maria e ao Papa. Por fim, são expostas importantes e profícuas conclusões.
Após a exposição da tese, Fr. Bruno Esposito, OP e Rvdo. Pe. Marcelo das Neves apresentaram diversas questões a Mons. João Clá e deram seu parecer sobre o trabalho apresentado:
“O Papa Honório III - declarou o Revmo. Pe. Marcelo das Neves - ao aprovar e elogiar a obra de São Domingos, afirmou que a sua luta, «unia os tempos antigos aos tempos novos». Acredito que os Novos Movimentos Eclesiais e o que tem origem no Sr., em particular, preenchem, na maioria dos casos, mais que satisfatoriamente, estes requisitos. Explico: o seu movimento (os Arautos do Evangelho) traz para o hoje da história a beleza, o gosto pelo grande e majestoso, o discreto rigor disciplinar, e sobretudo o entusiasmo inocente dos primeiros tempos e anos da fé cristã. A sua profunda espiritualidade (sua e dos seus filhos), marcada pela presença Eucarística, pela devoção mariana e pela incondicional obediência ao Santo Padre, traduzem a vitalidade e força renovadora da Igreja de Jesus Cristo que no Credo professamos Una, Santa e Católica. Portanto, seja do ponto de vista do conteúdo, seja do ponto de vista formal, ou seja, pela elegância e pelo esmero em relação à língua de Camões traduzida para os filhos da Terra de Santa Cruz, a sua Tese merece ‘todo louvor’.”
A tese de Mons. João S. Clá Dias, E.P. será publicada em breve e estará disponível em quatro línguas: português, espanhol, italiano e inglês

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Monsenhor João Clá recede honraria do Papa

São Paulo (Sábado, 15-08-2009, Gaudium Press) A medalha "Pro Ecclesia et Pontifice, uma das mais altas honrarias concedidas pelo Papa àqueles que se distinguiram por sua atuação em favor da Igreja e do Romano Pontífice, foi entregue pelo Emmo. Cardeal D. Franc Rodé a Mons. João Scognamiglio Clá Dias, numa solene celebração Eucarística, no dia 15 de agosto, na igreja de Nossa Senhora do Rosário, do seminário dos Arautos do Evangelho, localizada na Grande São Paulo.
Mons. João S. Clá Dias é fundador dos Arautos do Evangelho e de duas Sociedades de Vida Apostólica, uma clerical e outra feminina, Virgo Flos Carmeli e Regina Virginum, respectivamente.
No ato de entrega da medalha, por ocasião do 70º aniversário de Mons. João Clá, o Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica destacou os méritos do homenageado, recordando as palavras de São Bernardo de Claraval: "No momento de vos entregar a condecoração com a qual o Santo Padre quis premiar vossos méritos, vêm-me à mente as palavras de São Bernardo, no início de seu tratado De laude novae militiae: "Faz algum tempo que se difunde a notícia de que um novo gênero de cavalaria apareceu no mundo " . Estas palavras podem ser aplicadas ao momento presente. Com efeito, uma nova cavalaria nasceu, graças a Vossa Excelência, não secular, mas religiosa, com um novo ideal de santidade e um heróico empenho pela Igreja.
"Neste empreendimento, nascido em vosso nobre coração, não podemos deixar de ver uma graça particular dada à Igreja, um ato da Divina Providência em vista das necessidades do mundo de hoje."
Ao agradecer a prestigiosa condecoração com que o Santo Padre o quis agraciar, Mons. João S. Clá Dias ressaltou o brilhante papel do Cardeal D. Franc Rodé na direção do dicastério romano que lhe está confiado e as preciosas orientações que levaram à aprovação pontifícia das duas Sociedades de Vida apostólica: Regina Virginum e Virgo Flos Carmeli. Mas, sobretudo, quis expressar os sentimentos de filial adesão ao Santo Pa
adre que palpitam no coração de todos os membros do movimento dos Arautos do Evangelho, fazendo suas as palavras de um insigne líder católico brasileiro do século XX, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira: "Tudo quanto na Igreja há de santidade, de autoridade, de virtude sobrenatural, tudo isto, mas absolutamente tudo sem exceção, nem condição, nem restrição, está subordinado, condicionado, dependente da união à Cátedra de São Pedro. (...)"Por isto, é sinal de condição de vigor espiritual, uma extrema ssusceptibilidade, uma vibratilidade delicadíssima e vivaz dos fiéis por tudo quanto diga respeito à segurança, glória e tranqüilidade do Romano Pontífice. Depois do amor a Deus, é este o mais alto dos amores que a Religião nos ensina. Um e outro amor se confundem até.(...) E nós podemos dizer: "para nós, entre o Papa e Jesus Cristo não há diferença". Tudo o que diga respeito ao Papa diz respeito, direta, íntima, indissoluvelmente, a Jesus Cristo".
NNo dia anterior, 14 de agosto, o ilustre visitante inaugurou com um celebração eucarística a igreja de Nossa Senhora do Carmo, localizada na Casa- Mãe da Sociedade de Vida Apostólica feminina Regina Virginum.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Padre Alex (EP) entrevista arcebispo do Rio

Reproduzimos abaixo a entrevista concedida por Dom Orani João Tempesta e publicada na Revista Arautos do Evangelho de junho:
Em entrevista exclusiva aos Arautos do Evangelho, dom Orani João Tempesta explica como sentiu sua vocação religiosa, o caminho até o arcebispado do Rio de Janeiro e qual será a linha de sua gestão na capital fluminense
Como surgiu a vocação religiosa de Vossa Excelência?
Minha vocação monástica e sacerdotal nasceu durante uma Missa de Natal na paróquia onde fui coroinha dos 7 aos 14 anos, e depois catequista. Ao iniciar o 1º ano do ensino médio, decidi entrar para o mosteiro cisterciense, mas só o fiz quando terminei o ensino médio.
E com quantos anos entrou no mosteiro?
Com dezessete anos e meio comecei o noviciado. Um ano de noviciado, depois três anos de profissão temporária e, por fim, a profissão solene. Recebi a ordenação presbiteral em 1974, mas antes mesmo de ser ordenado, quando cursava em São Paulo o 3º e 4º ano de Teologia, já ia com frequência à minha cidade natal, São José do Rio Pardo, para trabalhar com as vocações e participar nas celebrações. Passei nessa cidade todo o meu tempo de sacerdote.
Qual foi o contributo do carisma cisterciense e como ele o preparou para o exercício do Episcopado?
Quando você está trabalhando, você não pensa no que vai fazer depois, nem imagina o que Deus lhe preparou ou para onde Ele vai chamá-lo. Eu sentia-me muito feliz em ser apenas monge, e aí fui chamado a ser vice-prior, depois prior e, por fim, abade. Realmente, a vida monástica me ajudou muito naquilo que depois vim a ser. Primeiro, foi o sentire cum Ecclesia, que é bem próprio de São Bernardo. "Sentir com a Igreja" é tomar como suas as preocupações da Igreja. E nisso nosso mosteiro se caracterizou bem. Cada mosteiro é diferente, conforme o lugar em que se encontra, e há uma grande diversidade na ação que cada um exerce: uns são mais de vida contemplativa, com trabalhos no campo, alguns são mais de escola, outros são mais de paróquias. A tradição italiana, do nosso mosteiro, é paroquial.Esse "sentir com a Igreja", que leva a preocupar-se com o povo, a sentir com a diocese, tudo o mais, foi-me preparando para a solicitude pela Igreja toda. Quando pároco, participei do Conselho de Presbíteros da diocese de São João da Boa Vista. De maneira que não saí do mosteiro sem conhecer o que é uma diocese. Além disso, a preocupação com a própria cidade, com a união das paróquias, com o trabalho na zona rural e na urbana, com os hospitais, com as comunidades religiosas - tudo de acordo com o lema beneditino: Ora et labora, ou seja, junto com a oração, o trabalho. Creio ser este o ponto que mais me marcou.Depois, a vida monástica proporciona uma espiritualidade litúrgica, ensina a ter a espiritualidade da Igreja. Não se trata desta ou daquela devoção, mas do Ofício Divino bem celebrado, bem cantado. Então, o fato de ter uma experiência litúrgica e bíblica - porque faz parte da tradição monástica haver toda manhã o tempo da lectio divina - tudo isso foi me dando, tanto a respeito da Liturgia como também da Palavra de Deus, esse "sentir com a Igreja" que é essencial para a vida monástica.
O lema "Ut omnes unum sint" ("Que todos sejam um") parece que sintetiza o plano pastoral de Vossa Excelência. Como pretende desenvolvê-lo na Arquidiocese do Rio de Janeiro?
Este lema se identifica com minha ordenação presbiteral e minha experiência paroquial. Mas quando assumi o cargo de abade, escolhi outro, que está na regra de São Bento: É mais útil servir. Este, porém, durou pouco, porque quando recebi a nomeação episcopal, voltei ao lema anterior.
Portanto, "Ut omnes unum sint" foi também o lema do presbiterato?
Exatamente. É uma lembrança da minha ordenação e do meu trabalho de sacerdote. Notei que na paróquia havia todo tipo de pastorais, de movimentos, de grupos e de situações. E, dentro dessa diversidade, trata-se de mostrar que todo mundo tem os seus valores e ninguém é maior ou menor do que o outro, mas cada um procura viver bem no lugar onde está. Então, tendo já uma experiência tanto nos encontros intermonásticos quanto nas atividades paroquiais, retomei o lema Que todos sejam um, quando fui chamado ao Episcopado. A Igreja contempla as diversidades dos carismas existentes e sabe valorizar tudo quanto há de beleza e de riqueza em cada um, mas procurando fazer com que todos caminhem juntos, na mesma unidade, na preocupação de evangelizar, de buscar o Senhor, de levar à santidade, para todo mundo ser melhor. Tanto na minha vida de pároco e de abade, como na de Bispo de Rio Preto e Arcebispo de Belém, vi como é realmente importante esse poder valorizar, e não dizer que a Igreja é só isso ou só aquilo, pois há nela uma diversidade muito grande de carismas aprovados, e todos devem caminhar na unidade. Isso é também um sinal para o mundo de hoje. Quando se quer o bem, tem-se abertura para o diálogo com os outros cristãos, com as outras religiões, com a sociedade, com a cultura de hoje e tudo o mais. Sem perder a identidade com aquilo que somos, devemos saber dialogar de alguma maneira, pois temos sempre muita coisa em comum, para tentar ajudar, e não brigar.
Qual o plano pastoral para a arquidiocese do Rio de Janeiro?
Vamos começar agora o trabalho do plano pastoral, temos já uma orientação para isso. O plano pastoral é importante porque, de certa forma, ele direciona os trabalhos para onde se quer chegar. Sabemos que a Igreja tem seu próprio plano pastoral enquanto Igreja, trata-se de ver o que dele se pode aplicar no Rio de Janeiro. E ao mesmo tempo, sabendo que a Igreja não pode perder sua identidade com aquilo que é a verdade, aquilo que ela é chamada a ser, o sinal de Jesus Cristo hoje para a sociedade. Não pode perder sua característica e sua beleza. Por outro lado, é preciso ver também o que há de positivo no Rio, para ajudar e fortalecer.
A expectativa é grande...
A julgar pelas perguntas dos repórteres, parece que chego lá como um mágico que tira da cartola a solução. A chegada do novo Arcebispo seria o coelho mágico da paz, do fim da violência no Rio de Janeiro...Na verdade, isso não é mágica. É preciso uma mudança de mentalidade, mudança de vida. Tendo o mundo chegado ao grau de egoísmo ao qual chegou, à ganância, ao individualismo e a tudo o mais, então, claro que tudo isso conduz à situação na qual nos encontramos. Agora, não é simples nem fácil dizer que, para poder mudar este mundo, se deve viver mais sobriamente, respeitar mais a vida do outro... Então, é toda uma mudança de mentalidade que a Igreja propõe. Ela não tem condições de impor nada, mas ela propõe e dá sinais de que é possível ser diferente.
Uma das múltiplas características da atuação apostólica de Vossa Excelência é a comunicação. Como pretende utilizá-la no Rio de Janeiro?
Em Belém eu tinha mais facilidade: dispunha de rádio, televisão, jornal e portal da Arquidiocese. Embora a Arquidiocese não tivesse emissora de TV, nós podíamos utilizar uma que cobria toda a Amazônia. Além de três programas semanais, contávamos com ela em qualquer outra oportunidade. Então, em termos de comunicação, havia em Belém uma facilidade muito grande. Isto nos ajudou a criar uma empatia com o povo, a mostrar a posição da Igreja em relação àqueles embates difíceis ali na Região Norte, como a questão da terra, da violência, de moral e tudo o mais. No Rio temos a rádio, mas esta não possui um poder de comunicação igual ao da TV. Claro que posso contar com as emissoras católicas, mas preciso tomar em consideração que elas visam o público do Brasil inteiro, não só do Rio de Janeiro. Embora eu possa abordar nelas os problemas específicos do Rio, devo ter em conta que a preocupação delas é mais ampla. De modo que, no relativo à televisão, resta-me a resolver o problema de como me dirigir ao povo do Rio de Janeiro. Mas temos aqui a emissora de rádio, o jornal e o portal da arquidiocese. Já é um caminho.A comunicação é muito importante hoje. Ela não soluciona o problema da evangelização enquanto tal - pois esta precisa ser personalizada, pessoal e presencial - mas é um meio de ir bem mais longe do que seria possível chegar apenas com a ação de presença.
Pretende Vossa Excelência utilizar-se da diversidade de carismas, na evangelização pessoal e presencial a que acaba de referir-se? Como?
Mas é claro! Todas as pessoas têm os seus dons e, na diversidade, alguns gostam de um jeito, outros gostam de outro. Acho que todos têm realmente o seu lugar dentro da Igreja. Por isso, temos de evangelizar todo mundo, todas as pessoas, com o seu chamado, com os seus carismas, seus dons e tudo o mais. Nesse ponto, cabe ao Bispo uma missão muito importante: a de estar presente, procurando aparar as arestas, porque às vezes surgem dificuldades entre uns e outros. Em casos como esses, o Bispo deve mostrar que todos são importantes para a Igreja. Temos hoje uma enorme diversidade, e o grande segredo - por isso gosto do lema que todos sejam um - é caminhar na unidade, onde cada um sinta-se amado pela Igreja e importante para a Igreja. Podem alguns estar mais preocupados com as questões sociais, e outros demonstrar mais empenho na espiritualidade e na evangelização. Todos, porém, são importantes.
A vinda do Papa ao Brasil, para a reunião do CELAM, deu como fruto o documento de Aparecida. Nele há quase uma nova visão eclesiológica, ou pelo menos uma chamada de atenção para uma Igreja missionária. Que nos diz Vossa Excelência a este respeito?
O estilo de Aparecida é diferente dos demais encontros do CELAM. É mais prospectivo: olhar para o futuro. É a constatação de uma mudança de época, e de que essa é uma mudança cultural. Nós sentimos isso, que há hoje uma mudança cultural, onde se procura pôr de lado os valores do Evangelho, Jesus Cristo. E Aparecida colocou bem: essa mudança supõe um novo posicionamento da Igreja. Por isso, o documento de Aparecida elabora o conceito de "discípulo-missionário". Junta "discípulo" e "missionário" numa só palavra, assinalando que é impossível que o discípulo de Jesus não seja missionário e, por outro lado, não é possível ser missionário sem ser também discípulo. Então, ela convoca toda a América Latina e Caribe para a missão continental. Na realidade, essa missão nada mais é do que cada qual viver o seu Batismo hoje, no seu país, na sua diocese. E a CNBB respondeu com o projeto O Brasil na missão continental. E cada diocese responde com o que pode fazer para que cada um dos seus cristãos católicos seja seguidor de Cristo, discípulo de Jesus, mas, ao mesmo tempo e como consequência, seja também missionário.Creio que Aparecida, neste momento de mudança cultural, de mudança de época, nos convida a retomar com entusiasmo renovado esta missionaridade como consequência do discipulado.
Excelência, gostaríamos de agradecer a gentileza de nos ter atendido e lembrar-lhe que os Arautos do Evangelho estão sempre à disposição da arquidiocese.
Eu também agradeço a oportunidade de dirigir-me aos leitores da "Revista dos Arautos" e aproveito para dizer que no Rio de Janeiro todos são muito bem-vindos. Conto com a ajuda de todos os carismas, também o de vocês, para poder evangelizar essa grande cidade.
Dom Orani
Nascido em 1950 em São José do Rio Pardo (SP), Dom Orani João Tempesta ingressou aos dezessete anos no mosteiro cisterciense dessa cidade e recebeu a ordenação presbiteral em 1974. Logo se destacou como vice-prior, depois prior e, por fim, abade desse mosteiro. Convocado à função de pároco, tornou-se um monge evangelizador. Foi Bispo da diocese paulista de São José do Rio Preto (1997-2004) e Arcebispo de Belém do Pará (2004-2009).
Além de presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Educação, Cultura e Comunicação, é membro de três Conselhos da CNBB: Permanente, Econômico e Episcopal de Pastoral.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Apostolado do Oratório chega a Ruanda, na África

O apostolado dos Arautos do Evangelho cresce em diversos países, os mais longínquos e inóspitos do mundo. Recentemente, na localidade de Vumbi, em Ruanda, foi feito o lançamento oficial do Apostolado do Oratório dos Arautos do Evangelho. Na ocasião, foi celebrada uma Santa Missa pelo padre Gaspard Nteziryayo, vigário da paróquia de Rango a que pertence Vumbi.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Arautos: ordenados mais 6 sacerdotes e 16 diáconos

Novas ordenações sacerdotais e diaconais dos Arautos

Foi em uma emocionante cerimônia realizada na recém-inaugurada igreja Nossa Senhora do Rosário, santuário esplêndido dos Arautos do Evangelho encravado no coração da Serra da Cantareira, em São Paulo, que a comunidade dos Arautos se enriqueceu com 22 novos ministros, na manhã do último sábado, dia 22. (veja no fim da matéria, lista completa dos ordenados)
A cerimônia de ordenação transcorreu de forma indefectível por pouco mais de duas horas com a presidência do arcebispo de São Paulo, card. dom Odilo Pedro Scherer. Foi concelebrada por dom José Muria Pinheiro, bispo diocesano de Bragança Paulista; dom Gil Moreira, bispo diocesano de Jundiaí; dom Beni dos Santos, bispo diocesano de Lorena; dom Emilio Pignoli, bispo emérito de Campo Limpo; e pelos bispos auxiliares de São Paulo dom Joaquim Carreira e dom João Mamede, monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, fundador e superior-geral dos Arautos do Evangelho, entre outros sacerdotes e prelados que também participaram da cerimônia.
Integrantes da seara política, do clero e fiéis leigos estiveram presentes na solenidade no seminário-menor dos Arautos, onde foram ordenados seis novos presbíteros e 16 novos diáconos, oriundos do Brasil e de diversas partes do mundo.
Os seis novos sacerdotes (presbíteros) unir-se-ão aos 35 já existentes, enquanto os 16 diáconos ganharão a companhia de mais dez, ainda por serem ordenados. Vale lembrar que o diácono representa o primeiro grau do sacramento da ordem sagrada, e tem por dever assistir aos padres e bispos nas missas e sacramentos assistir e abençoar o matrimônio e batizar e presidir funerais, entre outras atribuições.
Durante a homilia, dom Odilo pediu que os novos prelados "considerem com atenção" o serviço que irão prestar e levem a sério o ministério para garantirem a salvação própria, dos seus e dos fiéis. "Devereis cumprir no Cristo mestre a vossa função de ensinar, transmitir a todos a palavra de Deus; deverá crer que no lerdes, ensinar o que crerdes, praticar o que ensinardes".
Dom Odilo pediu ainda que os novos ordenados procurem reunir os fiéis em uma só família e tenham "sempre diante dos olhos o ‘Bom Pastor', que não veio para ser servido, mas para servir, e buscar o que foi perdido. Sereis seguidores daquEle que não veio para ser servido, mas para servir", ressaltou o arcebispo.
Toda a cerimônia foi acompanhada pelo coro dos Arautos, que entoava cânticos em uníssono e perfeita afinação, e transmitida ao vivo para dezenas de países pela EWTN, a maior rede católica do mundo, e pela TV Arautos

Novos presbíteros:
- David Edward Ritchie (EUA);
- Joshua Alexander Siquira (Índia); - Juan Antonio Vargas Martínez (Colômbia); - Katsumassa Sakurata (Brasil); - Mário Sérgio Sperche (Brasil);
- Walmir Bertoletti (Brasil)

Novos Diáconos:
- Antonio Carlos Coluço (Brasil); - Daniel Alberto Mirasierras Tarodo (Espanha); - Erick Bernardes Marchel (Brasil); - Francisco Javier Marín San Martín (Espanha)- Gonzalo Raymundo Esteban (Espanha); - Jorge Gustavo Antonini Castellanos (Argentina); - Jorge María Storni (Argentina); - José Mauricio Galarza Silva (Equador); - Juan Pablo Merizalde Escallón (Colômbia); - Leopoldo Werner Benjumea (Espanha); - Marlon Efrén Jiménez Calderón (Equador); - Michael Joseph Carlson (EUA); - Ramón Angel Pereira Veiga (Espanha); - Ricardo José Basso (Brasil); - Rodrigo Alonso Solera Lacayo (Costa Rica); - Santiago Canals Coma (Espanha)

Vejam abaixo algumas fotos das cerimônias:


Os internautas deste blog que quiserem, podem ver notícia e assistir toda a cerimônia diretamente deste acesso é só clicar aqui, TV Arautos Notícia, TV Arautos - Parte 1 e TV Arautos - Parte 2

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Novas ordenações sacerdotais e diaconais dos Arautos

No próximo dia 20 haverá novas ordenações sacerdotais e diaconais a serem realizadas na Igreja do Rosário, dos Arautos do Evangelho, em São Paulo. Serão 6 sacerdotes e 16 diáconos Arautos a serem ordenados. Tudo será transmitido a vários países de língua espânica. Quem quiser assistir às cerimônias ao vivo é só acessar a TV EWTN, da Madre Angélica, às 12 horas do próximo sábado.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Presépios de Natal dos Arautos


Os presépios armados pelos Arautos do Evangelho demonstram como se pode evangelizar pela arte, pois constituem-se já uma tradição de esmero artístico, piedade e enlevo cristãos. Os interessados em assistir uma destas belas apresentações, já comum nesta Capital, podem se dirigir à casa dos Arautos de Salvador, situada na Rua Medeiros Neto, 38, próximo ao Colégio Resgate, em Brotas. Acima, um vídeo em que a TV Arautos mostra o presépio armado em Ponta Grossa, no Paraná. Abaixo, foto de pequeno detalhe de nosso presépio de Salvador, o qual consta de dezenas de imagens e cenários que nos remetem a todo o histórico que redundou no Nascimento do Salvador.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Visita do Pe. Guerra, EP, à Casa dos Arautos em Maceió

De passagem por Maceió, o Revmo. Pe. Antonio Guerra esteve visitando as instalações da nova sede dos Arautos nessa cidade e, aproveitando a afluencia de bom numero de cooperadores, jovens e familiares, celebrou a Eucaristia na capela daquela Casa. Abaixo, um vídeo da TV Arautos em que o padre Guerra fala sobre a importância da oração.

Novo site dos Arautos a partir de dezembro

O novo Web site dos Arautos do Evangelho, com novo design, novos textos, artigos, fotos, fundos de telas e muito mais.

domingo, 16 de novembro de 2008

Atividades dos Arautos em Maceió

Os Arautos do Evangelho exercem promissoras atividades na vizinha cidade de Maceió. Como exemplo, transcrevemos abaixo algumas delas desenvolvidas nos últimos dias.
Consagração a Jesus pelas mãos de Maria na Igreja Nossa Senhora de Fátima
Um grupo de famílias fez a Consagração a Jesus pelas mãos de Maria após diversos Encontros de preparação na Casa dos Arautos do Evangelho. Seguindo o método recomendado pelo grande missionário francês São Luis Maria Grignion de Montfort em seu livro Tratado da verdadeira Devoção à Santíssima Virgem esta Consagração nos leva a uma união maior e mais perfeita a Jesus, tomando como modelo e intermediária Maria que se fez escrava do Senhor.A cerimônia realizou-se na Igreja Nossa Senhora de Fátima durante a Celebração Eucarística presidida pelo Pe. Siddartha Tiago Vital. Após o ato os consagrados receberam das mãos do sacerdote a medalha de Nossa Senhora de Fátima que usarão como distintivo de sua fé e devoção à Mãe de Nosso Salvador. O coro dos Arautos do Evangelho animou a liturgia da Santa Celebração.
Projeto Futuro & Vida no Colégio São Judas Tadeu
Dando prosseguimento às atividades evangelizadoras junto à juventude, os Arautos do Evangelho desenvolveram o Projeto Futuro & Vida no Colégio São Judas Tadeu.A atividade envolveu os alunos dos turnos da manhã e tarde, no inicio de cada ato houve encenação de uma peça teatral em que foram transmitidas mensagens e orientações aos jovens instruindo-os a seguirem o bom caminho e evitar as más influencias.Como ponto culminante do evento, a Imagem Peregrina do Sapiencial e Imaculado Coração de Maria foi coroada sob efusivas manifestações de alegria.
Projeto Futuro & Vida no Colégio Santíssimo Senhor
Os alunos do Colégio Santíssimo Senhor, situado no Conjunto José Tenório no bairro Serraria, receberam com alegria os Arautos do Evangelho em mais um ProjetoFuturo & Vida. O evento,que contou com demonstrações cênicas, propiciou aos alunos uma visão diferente do dia-a-dia, orientando-os a distinguir a verdadeira felicidade dos falsos modelos apresentados pelomundo. Como ponto auge do evento houve a entrada da imagem peregrina deNossa Senhora de Fátima que foi coroada pela Diretora da Escola com a presença de professores e alunos.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Lançamento do Apostolado do Oratório em Ruanda

Quando se fala da África vem logo à memória de todos guerras e guerrilhas, fomes e catástrofes. Chegando naquele continente, os Arautos do Evangelho nos trazem notícias alvissareiras: atualmente é na África que o Catolicismo mais cresce no mundo, e as demonstrações da religiosidade daquele povo nos dão exemplos de uma fé viva e crescente. Notícia procedente de Ruanda, localidade de Vumbi, nos dá conta do lançamento do Apostolado do Oratório. As famílias católicas recebem com alegria o Apostolado do Oratório do Coração Imaculado de Maria. A missa de lançamento do Apostolado do Oratório foi celebrada pelo padre Gaspard Nteziryayo, cura da Paróquia Rango, onde há um promissor movimento de terciários dos Arautos do Evangelho.

terça-feira, 29 de julho de 2008

V CONGRESSO DE COOPERADORES



Realizou-se no Seminário dos Arautos, na Serra da Cantareira, em São Paulo, o V Congresso Internacional de Cooperadores, com a presença de delegações de vários estados brasileiros, inclusive a Bahia, e de vários países.

O Congresso foi aberto com um desfile do setor masculino que fez evoluções no pátio do Seminário, diante da imagem Peregrina do Imaculado Coração de Nossa Senhora de Fátima e logo após com uma Santa Missa precedida de adoração e bênção do Santíssimo Sacramento, na belíssima igreja de Nossa Senhora do Rosário.

Durante o Congresso foram encenadas peças teatrais que trataram dos Novíssimos do Homem, com ênfase ao Juizo Particular, que todos nós sofreremos após a morte. Foram retratadas a morte de um justo e de um pecador. O pecador sendo atirado no inferno e o justo sendo recebido pelos Santos e Santas que gozam da Visão Beatífica. Encerradas as apresentações teatrais os participantes reuniam-se em grupos para debater e trocar experiências sobre o que viram e o que lhes tocou a alma durante as apresentações.

O Presidente dos Arautos do Evangelho, Pe. João Clá Dias celebrou a Santa Missa de encerramento e coube ao setor feminino realizar um desfile com evoluções diante, mais uma vez da imagem de Nossa Senhora. O Pe. João Clá conclamou a todos a viverem conforme as promessas do santo batismo e assim buscarem a perfeição e a santidade obrigação de todo católico.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

III ANIVERSÁRIO DA ORDENAÇÃO SACERDOTAL DE ARAUTOS


A celebração da Santa Missa, presidida pelo Pe. João Clá Dias, marcou o terceiro aniversário da primeira ordenação sacerdotal de Arautos do Evangelho: em 15 de junho de 2005 quinze membros dessa associação de fiéis de direito pontifício foram ordenados. Participaram do ato litúrgico cinco presbíteros do grupo inicial, estando os outros dez em missões evangelizadoras que desenvolvem em outros países.



Na homilia o Pe. João Clá enfatizou as graças dadas a Deus por esse inestiimável presente da Providência Divina: um ramo sacerdotal nas fileiras dos Arautos do Evangelho, podendo assim atender à aspiração emanada do Divino Mestre: vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor; então disse a seus discípulos: a messe é grande, mas os trabalhadores são poucos; pedi, pois, ao dono da messe, que envie trabalhadores para a sua colheita.



O Pe. João Clá fez também um especial pedido à Providência, através da Santíssima Virgem: que abençoe esta obra com numerosas vocações, jovens que se comprometam a cumprir a missão sacerdotal de levar a Boa Nova aos povos, que tenham compaixão das multidões de nossos dias que estão cansadas e abatidas à espera do anúncio do Evangelho.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

ARAUTOS COLAM GRAU EM TEOLOGIA

São Paulo, 4/6/2008 - Em cerimônia realizada, ontem à tarde, no Auditório Paulo Autran, em São Paulo, 89 Arautos do Evangelho colaram grau de bacharel em Teologia pelo Centro Universitário Ítalo-Brasileiro.
O ato iniciou-se com a celebração de solene Eucaristia, presidida pelo Pe. João S. Clá Dias, Fundador e Presidente-Geral dos Arautos do Evangelho.
Em sua homilia, o celebrante rendeu comovida homenagem à família Cascino pela sua notável contribuição para o desenvolvimento dos cursos universitários dos Arautos. Lembrou o patriarca da família, o saudoso Prof. Pascual Cascino, fundador e impulsionador do Centro Universitário Ítalo-Brasileiro.
Dirigindo-se aos formandos lembrou-lhes que o dever de “render a Deus o que é de Deus”, conforme o Evangelho do dia aplicava-se particularmente aos educadores de Teologia, como era o caso deles.
Em seguida passou-se à cerimônia de entrega dos respectivos diplomas.
Compuseram a mesa diretiva: o Reitor do Centro Universitário Ítalo-Brasileiro, Prof. Marcos Antonio Gagliardi Cascino; o Pro-Reitor Acadêmico Prof. Luiz Carlos Pereira de Souza; o Secretário Geral do referido Centro Sr. Wagner Xavier; a Coordenadora de Cursos Profa. Ester Cambréa; o Pe. João Scognamiglio Clá Dias, EP além do Paraninfo da turma Pe. Edwaldo Marques, EP e do professor homenageado Lamartine Cavalcanti de Hollanda Neto.
O patrono da turma, Prof. Marcelo Pereira de Andrade em breve discurso teceu considerações sobre uma meditação de Santo Agostinho – “seu mestre” – a respeito da situação do teólogo na criação.
Por fim, o Reitor do Centro Universitário Ítalo-Brasileiro, Prof. Marcos Cascino tratou da importância do papel do teólogo, insistindo em sua necessidade ante os desafios havidos na sociedade de hoje.
Tanto a Missa como a cerimônia posterior foram abrilhantados pela orquestra dos Arautos do Evangelho.
O representante dos formandos, bacharel José Afonso Sulzbach de Aguiar, homenageou a diretoria do Centro Universitário com uma adaptação de famosa canção (Luar do sertão) que denominou “Luar da Unítalo”, a qual comoveu e encantou a todos os presentes.

terça-feira, 8 de abril de 2008

ARAUTOS ASSUMEM IGREJA NO PERU


Igreja de Nossa Senhora da Encarnação - Lima - Peru




Comemorando a solenidade da Anunciação o Cardeal Juan Luís Cipriani Thorne (arcebispo metropolitano de Lima e primaz do Peru) presidiu a Santa Missa na igreja de Nuestra Señora de la Encarnación, anexa ao convento das religiosas agostinianas, com outros sacerdotes concelebrantes. Na ocasião o prelado transferiu o encargo pastoral desse templo aos Arautos do Evangelho.
Na homilia o celebrante ressaltou a ação do Espírito Santo, que continuamente inspira novos carismas e novas realidades na Igreja - aí incluindo os Arautos do Evangelho - e comentou alguns aspectos do carisma dos novos encarregados das atividades pastorais naquele templo. Além disso, o cardeal salientou a importância do amor à liturgia, a devoção à Mãe de Deus e a busca da santidade, presentes nos Arautos do Evangelho, e também teceu elogios às religiosas agostinianas, que com sua vida de contemplação e oração animam o apostolado.
Foi lido, ao fim da cerimônia, o decreto pelo qual era concedido aos Arautos do Evangelho - através da Sociedade Clerical de Vida Apostólica Virgo Flos Carmeli - o encargo pastoral da Igreja da Encarnação. Também foi lida a carta que o Pe. João Clá Dias remeteu ao cardeal com o agradecimento por esse ato de confiança, sendo-lhe entregue um medalhão em pedra brasileira adornado com o escudo do Santo Padre Bento XVI.
O ato foi encerrado com a solene coroação da Imagem Peregrina do Sapiencial e Imaculado Coração de Maria, concluindo-se com o cântico do hino Regina Coeli.

Postado por A Família Católica

segunda-feira, 10 de março de 2008